Discriminação e ódio

Devido ao surgimento e ascensão mainstream de bandas de 'emo-pop', supostamente de qualidade musical questionável segundo certos grupos de fãs de outros gêneros de Rock, os mesmos associam os fãs de Emo a depressivos de orientação sexual questionável (o que segundo eles é um motivo para as manifestações de ódio) e os fãs de Emo, especialmente aqueles que seguem estereótipos de moda e comportamento, podem sofrer agressões verbais, em alguns casos até mesmo agressões físicas.

A reação quanto à suposta subcultura emo e suas bandas cresceu no Brasil mais rapidamente que o gênero musical Emo, que até hoje nunca emergiu da cena underground, ao contrário das notavelmente famosas bandas de Pop punk rotuladas como Emo (tais como NX Zero, cujo vocalista Di Ferrero já negou sua participação no gênero musical Emo, e Fresno) e da subcultura que imagina-se como um estereótipo dos fãs de Emo.

Como o Brasil é um dos países campeões mundiais em homofobia, o ódio às citadas bandas e subcultura se tornou um grande alvo de polêmica da sociedade, que em sua maioria passou a concordar com os grupos anti-Emo.

Fenômenos parecidos se formaram no México, nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Alemanha, na Polônia e na Rússia, nas 3 últimas os membros da "subcultura Emo" são frequentemente visados por ataques praticados por grupos neonazistas. Assédio moral juvenil e infantil, conhecido hoje pelo termo em inglês bullying contra jovens fãs de Emo ou que são tomados por pertencentes à "subcultura Emo" também são comuns.

Em Maio de 2010, na Arábia Saudita, a polícia religiosa da cidade de Dammam prendeu 10 "meninas emo" por alegadamente ofensivos vestuário e comportamento de moral questionável por preceitos islâmicos.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Emo

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